Nós, os filósofos, não temos a liberdade de separar entre corpo e alma, como o povo separa… Não somos rãs pensantes, nem aparelhos de objetivação. Temos constantemente de parir nossos pensamentos de nossa dor e maternalmente transmitir-lhes tudo que temos em nós de sangue, de coração, de fogo, de prazer, paixão, destino, tormento, fatalidade. Viver assim se chama para nós, transmudar tudo que somos em luz e chama
Nietzsche