Humano Demasiado

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A conhecimento é uma busca solitária.

Lí, partir de uma twett do @ernestodiniz, o post que o mesmo fez em seu Google+ (que por sua vez comentava uma matéria de um site, ufa) de como a busca pelo criação de um arcabouço conceitual para viver definitivamente da e pela vida acadêmica tinha uma “quê” de frustação ao descrobrir o quanto esse processo é solitário (e eu diria lento também).

A resposta apresentada pelo autor do tweet era a mesma que dou aqui, porém, cada um ao seu modo: CONECTE-SE, partilhe e aprenda. O mesmo descobriu que assim como ele, muito outros estudantes pelo mundo estão abandonando o isolacionismo acadêmico e tornando menos auto-centrada sua formação.

Hoje, parece um grande clichê falar sobre isso, falar em compartilhamento de conteúdo, Creative Commons e afins, mas, se pensarmos, o que realmente mudou foi o fato de podermos dividir as angústias do aprendizado, afinal, o sharing de conteúdo existe desde que se inventou a prensa de tipos móveis, não? Afinal, de quantas citações se cria uma boa tese, seja de 3o. grau, mestrado ou doutorado?

Compartilhar uma descoberta (que por vezes já foi feita por milhares de outras pessoas), obter impressões e críticas à sua produção, é, talvez, o melhor jeito de apreender o conhecimento e ainda realizar uma das maiores tarefas de quem se propõem a viver na universidade: ensinar.

Continuemos assim, a sós, mas, para usar outro clichê: bem acompanhados.

  • 10 months ago
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Coisas que gosto. Reflexões a partir de novas vivências. Crítica, opinião, mau-humor e café sem açúcar, por favor.
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